Faça a busca pelo nome do Trabalho Submetido e autores clicando CTRL+F no PC ou usando o recurso de busca do seu navegador.
Francisco Márcio Lima Albuquerque, Escola de Saúde Pública Visconde de Saboia
Clarissa Maria Silva Freire, Escola de Saúde Pública Visconde de Saboia
Vitória Gleiciane Vasconcelos de Freitas, Escola de Saúde Pública Visconde de Saboia
Iana Sara André Oliveira, Escola de Saúde Pública Visconde de Saboia
Marcelo Araújo de Vasconcelos, Escola de Saúde Pública Visconde de Saboia
Monike Mendes Coelho, Escola de Saúde Pública Visconde de Saboia
Antonia Ana Carolina Lima Negreiros, Escola de Saúde Pública Visconde de Saboia
Flavio Marques Damasceno, Escola de Saúde Pública Visconde de Saboia
Introdução: A hanseníase continua sendo um desafio para a saúde pública no Brasil, ainda apresenta alta quantidade de casos diagnosticados, sendo uma doença infecciosa crônica, causada pelo Mycobacterium leprae, que acomete pele e nervos periféricos. Embora os sinais e sintomas possibilitem o diagnóstico, muitas vezes ele acontece de forma tardia, reforçando a importância das ações de educação em saúde. No contexto de jovens em privação de liberdade, a vulnerabilidade social amplia a necessidade de iniciativas voltadas à promoção da saúde. O presente trabalho tem como objetivo relatar a experiência acerca de um momento de educação em saúde sobre hanseníase com jovens em privação de liberdade, corroborando para ampliação de uma reflexão crítica e esclarecimento de dúvidas associados à doença. Métodos: Trata-se de um relato de experiência qualitativos desenvolvido por uma equipe multiprofissional de residentes e profissionais de um Centro de Saúde da Família. O momento ocorreu em um centro socioeducativo, onde foi realizado uma roda de conversa acerca dos sinais, sintomas, forma de contaminação e tratamento da patologia, utilizando uma linguagem acessível e recursos dialógicos, ao final foi realizado uma dinâmica de mitos e verdades para estimular a participação ativa dos jovens. Resultados/Discussão: Durante o momento, os jovens presentes mostraram interesse e envolvimento com a temática, realizando perguntas sobre os métodos de transmissão, tratamento e como identificar os sinais. A dinâmica de mitos e verdades foi o ponto crucial da abordagem, demonstrando preconceitos associados à hanseníase, que puderam ser esclarecidas de forma coletiva, a roda de conversa foi necessária para incentivar uma melhor compreensão sobre o diagnóstico e adesão ao tratamento. Considerações finais: A educação em saúde direcionada aos jovens em privação de liberdade foram eficazes para a divulgação e disseminação de informações corretas, combate ao estigma e promoção da saúde. A utilização de abordagens lúdicas e participativas revelou-se eficaz para promoção do diálogo e compartilhamento de pensamentos, reforçando a necessidade de práticas de promoção da saúde em todos os âmbitos.
